sexta-feira, 12 de abril de 2013

SÍMBOLOS DO HALLOWEEN

Os símbolos do Halloween costumam ser figuras relacionadas à monstros, personagens assustadores e imagens que provocam medo. Embora muitas imagens sejam usadas na data, a tradição aponta para alguns símbolos clássicos, como poderemos ver nas imagens abaixo. Abóbora: um dos símbolos mais representativos do Dia das Bruxas. Nos Estados Unidos é comum acender uma vela e colocar dentro da abóbora na noite do Dia das Bruxas. _______________________________________ Gato preto: desde a Idade Média os gatos pretos são relacionados às bruxas. Existe um grande misticismo em torno dos gatos de cor preta. No Brasil é, de acordo com a cultura popular, relacionado ao azar. _______________________________________ Bruxa: um dos principais símbolos do Halloween. _______________________________________ Fantasma: por representar o susto e o medo também é um símbolo tradicional da festa. _______________________________________ Morcego: tem a imagem associada ao Drácula e, portanto, também é uma figura presente na data. _______________________________________ Drácula: personagem muito popular por gerar medo em muitas pessoas é tradicional no Dia das Bruxas. _______________________________________ Frankstein: outra figura monstruosa tradicional do Dia das Bruxas. Outros símbolos: - Castelo Mal Assombrado - Cemitério - Lua Cheia - Lobisomem - Caveira - Caldeirão da Bruxa - Caixão - Aranha Negra - Túmulo de cemitério - Múmia - Caveira com foice (símbolo popular da morte)suapesquisa.com

SÍMBOLOS DO HALLOWEEN

BRUXAS são as principais simbologias dessa festa. As histórias contam que as bruxas participavam de festas realizadas pelo diabo, que normalmente eram realizadas em 30 de abril e 31 de outubro. Tal crença chegou aos Estados Unidos por seus colonizadores e a partir daí se espalhou por todo o mundo, tomando várias formas diferentes. ABÓBORAS Abóboras e velas: as abóboras simbolizam fertilidade e sabedoria, enquanto as velas servem para iluminar o caminho dos espíritos. Conta a lenda que a prática de cortar a abóbora e colocar uma vela acesa dentro dela surgiu da estória de Jack, homem que gostava muito de beber e que se encontrou com o diabo no dia em que bebeu em demasia. Esperto, aprisionou o diabo em vários locais até o dia em que, de tanto beber, morreu. Sua entrada no céu foi negada e no inferno também, já que humilhava o diabo em vida. A partir daí a alma de Jack passou a perambular pelo mundo. As abóboras iluminadas então passaram a ser utilizadas por Jack para fugir da escuridão e iluminar seu caminho. GATO PRETO Gato Preto: é um símbolo ligado às bruxas, pois elas conseguem se transformar em gatos. Outras superstições acerca dos gatos são que esses são fontes de azar e que também são espíritos de pessoas mortas. VASSOURA Vassoura: é um símbolo do poder feminino em limpar tudo aquilo que traz consequências negativas para a vida, como eletricidade e pensamentos negativos. DOCES OU TRAVESSURAS? Travessuras ou gostosuras: é uma brincadeira existente desde o século IX. Neste período as pessoas faziam os “bolos das almas” com massa simples e cobertura de groselha para entregar às crianças que, devidamente fantasiadas, batiam de porta em porta para pedir os bolos. Em troca de cada pedaço de bolo, a criança se comprometia a rezar pela alma de um parente de quem lhe ofereceu. MORCEGOS Morcego: simboliza a visão que ultrapassa as aparências e consegue ver o íntimo das pessoas. MAÇÃ Maçã: fruta associada aos deuses do amor, é utilizada na festa como símbolo de vida.clacisoto.wordpress.com/

O Símbolo da Bruxa de Blair

Os cidadãos Blair descobriram que ela estava atraindo as crianças para sua casa para tirar o sangue delas, então eles estavam convencidos dos atos de bruxaria. Depois de terem a banido para a floresta em pleno inverno, até o final desse inverno a maioria das crianças de Blair desapareceu de repente. Os moradores culparam a bruxa e proclamaram o município de Blair e do Black Woods como amaldiçoado. O símbolo da bruxa de blair é composto por cinco pontas. Seu triangulo no centro está apontando para baixo. As cinco linhas que se assemelham a um homem microcósmico com braços e pernas esticadas dentro de um círculo (com um pentagrama no fundo) - é um símbolo de magia ou encanto entre os alquimistas medievais e assistentes.Fonte:forgetthefear

SÍMBOLOS MÁGICOS

Os símbolos mágicos são o coração da espiritualidade. Eles são gráficos, que condensam uma informação em comum. O símbolo quando percebido pelos sentidos, evoca o eco de uma experiência. Quanto mais profunda e mais significante a experiência, mais poderoso é o símbolo. Ele pode tomar a forma de uma imagem, um som, uma palavra, uma ação, um objeto, tudo o que tem uma existência física, concreta no mundo. É importante notar a fisicalidade dos símbolos. Idéias e conceitos podem surgir através de símbolos, mas não podem ser chamadas de símbolos por si só. A experiência evocada através do símbolo pode ficar somente na memória daquele que experiência a situação e ter um significado puramente pessoal. Ou pode ser verbalizado e transmitido, se tornando propriedade de muitos, possuindo significado espiritual para indivíduos de acordo com o entendimento de cada um. Um símbolo possui poder, tanto pessoal quanto histórico. Pessoal pela virtude de suas habilidades em evocar profundos sentimentos em uma pessoa e histórico por permitir que muitos o interpretem. Em ambos os casos, o símbolo físico é a experiência original, a mensagem esclarecedora e direta, a mais profunda e compelidora voz. Através dos tempos o símbolo pode sofrer alterações em seus significados, pois quanto mais remota e inacessível é a mensagem pertencente a um símbolo, mas mutável e misterioso é seu entendimento. Qualquer símbolo faz parte dos processos da vida que são mutáveis e inevitáveis. Os símbolos precisam ser entendidos e interpretados. Eles geralmente trazem consigo um pouco da energia do renascimento, pois são veículos de uma compreensão posterior, mesmo quando não estamos mais trabalhando especificamente com eles. Um exemplo disso ocorre no mundo oculto que utiliza largamente símbolos reconstituídos. Hoje eles são utilizados em modernas agendas que carregam pouca ou nenhuma relação com a experiência original que deu nascimento a tais símbolos, provando assim que existe algo, muito além do nosso entendimento, que chama o homem a fazer uso de seus símbolos novamente. Para a magia fazer da experiência do símbolo uma verdade, não importa se ele é velho ou novo, pois em ambos os casos ele é investido com a verdade experimental. A natureza tem o poder de conversar diretamente com a alma. Exatamente por este motivo uma centelha de reconhecimento irá passar através de alguém quando este se estender entre as pedras de um templo em ruínas ou quando tocar em algum manuscrito de eras longínquas e esquecidas. Nenhum símbolo pode nascer ou permanecer vivo sem esta centelha de contato entre um ser vivo e o universo vivo. Nenhuma construção intelectual, nenhuma antiga fórmula pode existir sem isso. Por isso a construção de novos símbolos re-expressam constantemente verdades perenes que são constantemente esquecidas. O símbolo é um progresso da criação que dá a magia outra interpretação simbólica de vitalidade e poder. Simbologia, como feitiços, são muito individuais e pessoais. No entanto, existem muitos símbolos em comum usados na Bruxaria. Símbolos quando carregados com nossa vontade e desejo, podem se tornar um talismã poderoso. Os símbolos mais comuns utilizados estão listados aqui, mas é necessário salientar que os símbolos mais poderosos são aqueles relevantes ao seu usuário.Fonte:bruxaguinevere

O Caldeirão da Bruxa

Instrumento característico da magia, o caldeirão possui uma simbologia que vai muito além de sua função propriamente, na medida em nele se processam as grandes transformações. Por essas e outras razões, ele está intimamente ligado ao mais nobre atributo feminino, a gestação, simbolizando assim, o útero da Grande Deusa. A prática da magia requer diversos instrumentos, tais como a varinha, a vassoura, o cálice, o grimório, o Livro das Sombras e o caldeirão, entre outros. De todos esses instrumentos, um dos mais significativos é o caldeirão, na medida em que sua imagem e simbologia praticamente se confundem com as bruxas e com a própria história da bruxaria. A figura do caldeirão da bruxa é uma das mais presentes no imaginário popular, tendo sido associado pelos destratores medievais da bruxaria como algo mau, que serviria até para cozinhar pessoas, o que de modo algum é verdadeiro, pelo contrário, quem cozinhava as pessoas eram os inquisidores, que queimaram nas fogueiras milhares de mulheres que detinham o conhecimento e sabedoria ancestral. O caldeirão é o instrumento da bruxa por excelência. Recipiente original de uso culinário, ele guarda mistérios e tal qual o seu uso na cozinha, onde processa a transformação de alimentos em sopas e cozidos, ele também serve para transformar, no plano da magia, os anseios e desejos, ao servir para confeccionar poções e outros produtos mágicos. O caldeirão tem uma simbologia especial, o seu formato e função o ligam à representação mais significativa da Deusa Mãe, ou seja, o seu útero, o local da grande transformação e criação da vida, portanto o simbolo maior do sagrado feminino. É no caldeirão que a bruxa prepara seus feitiços e poções, além de servir para acender o fogo em alguns rituais quando não é possível acender uma fogueira ao ar livre. Suas funções, desse modo, são amplas e por sua representação simbólica, ele pode ser considerado o mais significativo instrumento da prática mágica. Em geral, o caldeirão é um pequeno pote escuro de ferro fundido, utilizado pelas bruxas para vários propósitos, como ferver poções, queimar incenso e guardar carvão, flores, ervas ou outros elementos mágicos. O caldeirão pode ser usado também como instrumento de adivinhação. Muitas bruxas costumam encher seus caldeirões com água na noite de Samhain, utilizando-os como espelhos mágicos para olhar o futuro ou passado, além de abrir uma porta de comunicação com os antepassados. Tradicionalmente, ele possui três pés que representam os três aspectos da deusa: a donzela, a mãe e a anciã, que simbolizam as três etapas da vida, a juventude, a maturidade e a velhice. É no caldeirão que se realiza a grande alquimia universal, pois nele as coisas se transformam tal qual ocorre no útero feminino: o grão se torna alimento, a raiz se torna remédio e elementos mágicos se tornam meios para a obtenção de dádivas e realizações. Ao fazer uso do caldeirão, a bruxa deve estar ciente de sua simbologia sagrada e do poder que ele encarna. O caldeirão está relacionado ao elemento água e nos rituais ele deve ficar no centro do círculo mágico ou do altar. Fazer uso do caldeirão é uma dádiva. A mente deve estar limpa e purificada, na medida em que o caldeirão é o elo instrumental simbólico mais representativo de nossa ligação com a Grande Deusa: a Mãe Terra.Fonte:aeradasbruxas

O Nascimento da Bruxaria

A 5 de Dezembro de 1484, ainda a terra não era redonda para os habitantes que a povoavam, nos confins do mundo cristão sabia-se que existia a bruxaria, ou o que era ainda pior: as bruxas e bruxos. Precisamente por esta razão , neste tempo, o papa Inocêncio VIII, proclamou a bula Summis desiderantes affectibus ( vulgarmente conhecida como «canto de guerra do inferno») ao mesmo tempo que se publicava o Maellus Maleficarum, ou Martelo de Hereges, um livro de texto escrito por dois inquisidores dominicanos da Alemanha e através do qual a Igreja reconhecia, oficialmente, a existência da bruxaria. Este reconhecimento resumia-se em três conclusões: 1º. A bruxaria é uma realidade. 2º. A bruxaria funda-se num pacto com o Diabo. 3º. O pacto baseia-se na negação da fé cristã. Deste modo, deu-se início à crença oficial cristã nos poderes do maléfico personificados na terra, e reconheceu-se no mundo a existência de bruxos e bruxas e aquela que começou por ser considerada pela Igreja como uma heresia entre tantas, acabou por englobar tudo o que se refere ao maléfico e ao oculto ( as artes divinatórias, a magia negra, a feitiçaria, o curandeirismo, os heterodoxos e até o satanismo). Assim e ao longo de 200 anos, deu-se inicio a uma perseguição sangrenta e terrível liderada pela igreja Cristã que só durante a primeira metade do Século XVII conduziu à fogueira, indiscriminadamente, entre 250 000 a 300 000 pessoas em toda a Europa, acusadas de praticar a bruxaria. No entanto, acredita-se que a maioria destas pessoas foram mortas simplesmente por praticarem o culto à natureza com rituais simplórios que tinham como fim a fertilidade da terra para uma boa colheita ou mesmo somente conseguir viver em liberdade pois eram gente simples e normalmente analfabeta e inculta e por isso, crédula nas lendas querendo manter as suas velhas tradições ancestrais, coisa que o feudalismo e o cristianismo os impedia sistematicamente. Na realidade quando se lutava contra a bruxaria, não se estava a fazer mais que lutar contra uma invencível religião ancestral a qual se começou a praticar em forma de rito mágico religioso nas reuniões druidas, há cerca de 5000 anos e que se perpetuou ao longo de séculos até ao cristianismo violento e expansionista. Estes bruxos eram os componentes da casta intelectual e representavam a figura do sábio sacerdote mágico próprio do povo Celta, os quais tinham como único deus o Sol e deste modo e perante tão inocente prática, foi necessária da parte do cristianismo a introdução artificial da figura do Diabo, que originalmente, não tinha qualquer relação com as antigas religiões sendo que o mal, era o elemento chave para desacreditar os que não eram cristãos e a desculpa inegável para os exterminar.sitedecuriosidades.com

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Encontrado gato mumificado que teria sido vítima de bruxaria no século 17

Uma casa onde supostamente teria vivido uma mulher acusada de bruxaria foi encontrada em Lancashire, no norte da Inglaterra. A suspeita veio depois que arqueólogos encontraram um gato mumificado dentro de uma das paredes da residência do século 17. De acordo com historiadores, o animal pode ter sido emparedado vivo para proteger os moradores da casa de espíritos do mal. O bicho estava dentro de umas paredes de uma sala fechada. A descoberta aconteceu perto de um reservatório, no vilarejo de Barley. Os arqueólogos foram levados ao local por uma companhia de fornecimento de água, já que é padrão da empresa fazer uma vistoria desse tipo antes de iniciar obras de escavação em áreas que podem ter importância arqueológica. A área onde está a casa, Pendle Hill, é conhecida pelos registros da presença de mulheres acusadas de bruxaria no século 17. Nesta época, eram inúmeros os relatos de bruxaria contra homens e animais, o que gerou uma série de acusações contra muitas pessoas.seuhistory.com